O filme de ficção-científica Avatar se tornou a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 1,85 bilhão arrecadados, informou o estúdio Fox nessa terça-feira (26). A superprodução futurista, dirigida por James Cameron e que estreou há seis semanas, ultrapassou Titanic, filme de 1997, do mesmo cineasta, e que até agora ostentava o título de maior bilheteria com um montante de US$ 1,843 bilhão.
“Estamos profundamente satisfeitos que tantas pessoas pelo mundo tenham aceitado Avatar. O sucesso é o resultado do trabalho de milhares de pessoas que, durante vários anos, se esforçaram para criar a visão de James Cameron e dar vida a Pandora (Planeta onde se desenvolve o filme, cuja criação custou cerca de US$ 500 milhões – US$ 300 milhões para produção e US$ 200 milhões para publicidade)”, divulgou a Fox.
O futurista Avatar também foi o grande vencedor do Globo de Ouro, nas categorias melhor filme de drama e diretor. Ao receber o prêmio, Cameron foi modesto. “Não estava preparado. Francamente pensava que Kathryn ganharia. Ela merecia”, discursou, falando sobre sua ex-esposa, a diretora de Guerra ao terror. O criador de Avatar superou ainda Clint Eastwood (Invictus), Jason Reitman (Amor sem escalas) e Quentin Tarantino (Bastardos inglórios).
Cameron, de 55 anos, responsável por produções históricas como as duas primeiras versões de The terminator (1984 e 1991), Alien (1986) e True Lies (1994) é um mago do cinema e um maestro da estratégia, segundo o analista de cinema Jeff Bock.
“O recém-nomeado Imperador da Terceira Dimensão, James Cameron, guiou a produção futurista para o topo das listas de êxito de bilheteria. Avatar fez o impensável e afundou Titanic como o filme com maior bilheteria da história”, disse Bock. “O filme de ficção-científica levou apenas 39 dias para marcar o recorde com US$ 1,85 bilhão, enquanto Titanic navegou durante 41 semanas para chegar aos US$ 1,843 bilhão”, acrescentou o analista.
Para Bock, esta rara combinação de mago e maestro transforma suas obras não apenas em simples histórias que acontecem. No final, sempre há um espetáculo e é preciso ver para crer. “Seus filmes não seguem uma trilha, mas vão por um caminho e se convertem em parte do ‘zeitgeist’ (espírito de uma época) cultural do dia”, finalizou o especialista em bilheteria.
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